A Granada de Mão Sagrada (granadius di manus sacratis, no original) é um artefato criado no início dos tempos e enviado de tempos em tempos para certos eventos ou personalidades históricas. Perseguido pelo exército egípcio, o profeta tropeçou em uma pedra no deserto.
Na verdade, era a granada de mão sagrada, colocada naquele ponto especificamente para ajudar Moisés em sua travessia. Quando chegou ao Mar Vermelho, ele tinha duas opções: ficar e lutar ou atravessar as águas. Inspirado pela benevolência divina, o profeta retirou o pino, contou até três e lançou o artefato.
O mar se abriu por quase 20 minutos, tempo suficiente para atravessar o povo hebreu para a outra margem. Como o exército egípcio demorou, a onda de choque da granada se dissipou e as águas cederam sobre o pelotão.
Outros usos da granada de mão sagrada são bastante conhecidos, embora não necessariamente atribuídos a ela. Muito antes da humanidade existir, os dinossauros foram extintos por um meteoro. Na verdade, a granada de mão fora inadvertidamente arremessada por um serelepe cupido, que pegou a flecha errada.
As grandes depressões causadas por meteoros na Terra e na Lua, assim como a fossa das Marianas, abismo submarino mais próximo do manto terrestre, foram testes inconseqüentes de civilizações atualmente extintas. Elas estavam próximas demais do raio de explosão.
O destino atual da granada de mão sagrada não pode ser informado. Desconfia-se que, durante a década de 40, o governo americano tentou mimetizar seu poder destrutivo. A bomba atômica foi criada desta forma, embora com o inoportuno caos radioativo que a acompanha.
Apesar de ser considerada a arma mais poderosa deste orbe, ela só deve ser usada para o bem da humanidade, visto que é divina. Se analisada em contexto histórico, esse artefato foi responsável pela evolução do mamíferos, a evolução da humanidade e a decoração do espaço geográfico. Para mais informações de seu uso (simulado), recomendamos assistir o filme Monty Python e o Cálice Sagrado.
Na verdade, era a granada de mão sagrada, colocada naquele ponto especificamente para ajudar Moisés em sua travessia. Quando chegou ao Mar Vermelho, ele tinha duas opções: ficar e lutar ou atravessar as águas. Inspirado pela benevolência divina, o profeta retirou o pino, contou até três e lançou o artefato.
O mar se abriu por quase 20 minutos, tempo suficiente para atravessar o povo hebreu para a outra margem. Como o exército egípcio demorou, a onda de choque da granada se dissipou e as águas cederam sobre o pelotão.
Outros usos da granada de mão sagrada são bastante conhecidos, embora não necessariamente atribuídos a ela. Muito antes da humanidade existir, os dinossauros foram extintos por um meteoro. Na verdade, a granada de mão fora inadvertidamente arremessada por um serelepe cupido, que pegou a flecha errada.
As grandes depressões causadas por meteoros na Terra e na Lua, assim como a fossa das Marianas, abismo submarino mais próximo do manto terrestre, foram testes inconseqüentes de civilizações atualmente extintas. Elas estavam próximas demais do raio de explosão.
O destino atual da granada de mão sagrada não pode ser informado. Desconfia-se que, durante a década de 40, o governo americano tentou mimetizar seu poder destrutivo. A bomba atômica foi criada desta forma, embora com o inoportuno caos radioativo que a acompanha.
Apesar de ser considerada a arma mais poderosa deste orbe, ela só deve ser usada para o bem da humanidade, visto que é divina. Se analisada em contexto histórico, esse artefato foi responsável pela evolução do mamíferos, a evolução da humanidade e a decoração do espaço geográfico. Para mais informações de seu uso (simulado), recomendamos assistir o filme Monty Python e o Cálice Sagrado.
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